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Nas rinossinusites aguda não-complicadas, não há necessidade de realização de exames de imagem para confirmação diagnóstica. Nesses casos, a história clínica e o exame físico e endoscópico são suficientes para dirigir a conduta.

Lembrar

A tomografia computadorizada é considerada padrão - ouro para avaliação radiológica dos seios paranasais e deve ser realizada nos casos de história clínica compatível com rinossinusite crônica recorrente ou na suspeita de complicações. Além disso, deve ser realizada nos casos agudos que não estejam evoluindo bem, apesar de um tratamento clínico adequado, e nos casos que têm indicação cirúrgica.

Por meio da tomografia é possível precisar o grau de acometimento nasossinusal, avaliar a presença de variações anatômicas e a relação entre os seios paranasais e as estruturas vizinhas. As variações anatômicas que mais freqüentemente podem causar obstrução ou estreitamento das vias de drenagem dos seios paranasais e, portanto, estar associadas à rinossinusite crônica ou recorrente, são, entre outras:

� desvio septal, causando obstrução do meato médio;

� pneumatização exuberante das células do aggernasi;

� concha média pneumatizada (bolhosa);

� concha média paradoxal (invertida);

� processo unciforme pneumatizado;

� presença de célula de Haller.

É importante ressaltar que a tomografia não deve ser realizada durante a fase aguda da infecção, a não ser na suspeita de complicações, pois a presença de grande quantidade de secreção atrapalha a identificação dos possíveis fatores anatômicos associados aos quadros crônicos ou recorrentes. O ideal é que se aguarde um período de, pelo menos, 4 a 6 semanas após o tratamento clínico de uma agudização para se realizar o exame.

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